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Conheça os benefícios do amendoim

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Seja para acompanhar a cerveja ou no pé de moleque, o amendoim é uma preferência nacional: 75% dos brasileiros costumam comer a leguminosa (sim, ele é um parente do feijão e da soja). Apesar disso, 63% dos entrevistados do Ibope para uma pesquisa encomendada pela Abicab, a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados desconhecem as propriedades nutricionais da semente e 12% acreditam que ela é constituída apenas de gordura e colesterol ruim.
Embora bastante calórico, o amendoim é um aliado da boa forma. Um de seus principais predicados é promover a sensação de barriga cheia. “Ele precisa ser muito mastigado, o que ativa o centro cerebral que controla nossa saciedade e faz com que a fome demore mais para aparecer”, explica a nutricionista Vanderlí Marchiori, de São Paulo. Além disso, é fonte de fibras, que demoram mais tempo para ser digeridas, prolongando esse efeito.

Defensores do amendoim

Para dar um basta definitivo à má fama que ronda o petisco, pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo observaram ratos que o consumiam regularmente e chegaram a duas conclusões importantes: mesmo sem restrição de calorias, o amendoim ajudou a controlar o peso dos animais e “até quando o amendoim é bem triturado pelos dentes, nem todas as moléculas de gordura são quebradas”, observa a pesquisadora Neuza Maria Brunoro Costa, que liderou a investigação
Outro trabalho, dessa vez da Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais, revelou que o amendoim dá uma acelerada de 11% no metabolismo – pelo menos no dos roedores analisados. Em seres humanos, a pesquisadora Sandra Bragança Coelho, autora da investigação, constatou que indivíduos com peso normal deixavam de beliscar a torto e a direito depois de se deliciarem com amendoim. No entanto, esse fenômeno não se repetiu entre os obesos, que devoravam a leguminosa sem excluir itens pró-pneus do cardápio. “O ideal é substituir fontes de gorduras saturadas, como os embutidos, por ela”, adverte. Daí, vale o alerta: é preciso ter autocontrole para não fugir da recomendação de 30 gramas diários, o equivalente a uma mão fechada. Do contrário, o auxílio vira sabotagem.
Além da mãozinha na hora de emagrecer, o amendoim também é um protetor do coração. Isso porque contém nutrientes fundamentais para diminuir o colesterol LDL, a faceta ruim da molécula, e manter as artérias sempre saudáveis, afastando o risco de doenças cardiovasculares. É o caso dos fitoesteróis, substâncias que competem com o LDL na hora em que ele gruda em células específicas para ser assimilado. “Os fitoesteróis enganam o organismo, tomando o lugar do mau colesterol e favorecendo sua eliminação”, esclarece a pesquisadora Neuza Maria Brunoro Costa.
Outro defensor do peito encontrado aos montes no amendoim é o resveratrol, aquele corante natural que também dá pinta em uvas e cebolas roxas. Por ser um poderoso antioxidante, ele age impedindo que o colesterol LDL forme placas enrijecidas nas artérias, a gênese da aterosclerose, um entupimento generalizado que abre caminho para a ocorrência de um infarto.
Um trunfo pouco estudado desse primo do feijão é a presença da arginina, um aminoácido que, dentro do corpo, se transforma em óxido nítrico. “Ele relaxa as artérias, o que aumenta o fluxo sanguíneo e diminui a pressão arterial”, ensina o nutrólogo José Alves Lara Neto, da Associação Brasileira de Nutrologia. E, como toda oleaginosa, o amendoim é fonte de ácidos graxos monoinsaturados, as gorduras do bem – incluindo o ômega-3. “Ele ainda fornece grandes quantidades de potássio, magnésio e vitamina E”, elenca Lara. Por falar nesses dois últimos nutrientes, trata-se de uma dupla essencial para deixar o cérebro funcionando nos trinques. Já o potássio é célebre por evitar cãibras e fortalecer os ossos. Tudo isso é, sem dúvida, um prato cheio para a sua saúde.

O jeito certo de consumir

Apesar de tão nutritivo, nessa altura já está claro que não pode ser saboreado aos montes. Até porque algumas versões industrializadas, aquelas coloridas e com cascas bonitas, têm sódio a rodo. Essas pitadas a mais do ingrediente fazem o risco de doenças cardiovasculares, como a pressão alta, disparar. É importante também se atentar à quantidade. Para fugir das armadilhas, a nutricionista ensina uma dica: torrá-lo em casa.
Se optar pelo industrializado, procure marcas com o selo da Fundação Pró- Amendoim, que fiscaliza todas as etapas de produção do tira-gosto, atestando sua boa procedência. É que a aflatoxina, uma substância maligna presente em um fungo, pode dar as caras se o amendoim teve problemas na armazenagem ou empacotamento. “Ela então se aloja na casquinha e produz sérios danos ao fígado”, adverte Sandra Bragança Coelho. Mas, com cuidado na hora da compra, é possível incluir essa delícia no cardápio numa boa.

Atenção à mesa

Nem todas as formas de consumo do amendoim freiam o ponteiro da balança. Conheça as mais populares e acerte na hora da compra:
Torrado: ele preserva todos os nutrientes da leguminosa.
Paçoca: na versão tradicional, o açúcar vem em excesso.
In natura: liberado! Sua casca vermelha é nutritiva.
Pé de moleque: o caramelo é uma doce armadilha para a dieta.
Japonês: o alto teor de sódio é seu ponto fraco.

Um verdadeiro afrodisíaco

A sabedoria popular já dizia e a ciência comprova: o amendoim turbina, sim, a libido. O segredo de seu sucesso está na grande oferta de zinco, nutriente vital para o cérebro. “Quando estamos sob estresse, nossos neurônios gastam mais zinco do que o previsto. Daí, sobra pouco para a produção dos hormônios sexuais, o que derruba o desejo”, explica a nutricionista Vanderlí Marchiori. A ajuda vale para ambos os sexos, mas atenção: não adianta comer minutos antes do bem-bom. “Esse efeito só pode ser observado com o consumo frequente da leguminosa”, completa ela.
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Oito recursos grátis para exercitar seu cérebro

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Manter o cérebro ativo é tão importante pra sua saúde mental quanto se mexer é fundamental pra sua saúde física. E para manter o cérebro em forma, o negócio é jamais parar de aprender. Em todos os estágios da sua vida é necessário manter o cérebro trabalhando e assimilando novos conhecimentos. De livros a caça-palavras, tudo vale. Mas a internet, claro, é o reduto mais significativo de recursos pra você se manter aprendendo e renovando as células cerebrais.

O site OpenCulture separou alguns links e nos inspirou a fazer uma lista também. Olha só:

Cursos online gratuitos. Caso você tenha perdido, preparamos há algumas semanas um guia completo com links e dicas de dezenas de universidades americanas e sites de educação a distância que oferecem cursos (muitos com diplomas) pela web totalmente grátis. No Brasil, sites como o do IPED e até a FGV oferecem também cursos online gratuitos.

Ensino de idiomas. Também vale conferir sites gratuitos para aprender outras línguas, como o LiveMocha, o Babbele o Duolingo.

Audiolivros gratuitos para download. Neste link do OpenCulture, há uma lista enorme de audiolivros (em inglês, o que já ajuda a aperfeiçoar seu aprendizado de idiomas também!). Entre os títuls, clássicos como Arthur Conan Doyle e Charles Dickens e também escritores modernos, como Neil Gaiman, David Sedaris, José Saramgo e Philip K. Dick.

Livros gratuitos para download legal. O OpenCulture também tem um diretório de livros gratuitos. São 450 títulos, a maioria de autores clássicos, cujos títulos já entraram em domínio público. Outra fonte interessante é o Free e-bookse a versão em português do mesmo site.

Filmes grátis para assistir online (legalmente!): sim, isso existe. Nessa lista, você encontra filmes que podem assistir online sem nenhuma culpa, seja por estarem em domínio público ou porque seus atores liberaram esse tipo de exibição.

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Alimentos orgânicos para uma vida mais saudável

Além de serem mais saudáveis, os orgânicos incentivam novas formas de cuidado com a terra
Foto: Marco Flávio

Cada vez mais pessoas estão decididas a encarar o desafio de cultivar a terra de forma mais natural, seja sozinho, seja em comunidades organizadas. O curioso é que muitos desses atuais produtores exerciam profissões liberais em grandes centros urbanos e não tinham nada a ver com agricultura ou criação de animais. Mas, em um dado momento da vida, resolveram se aventurar no campo. Ou, por serem herdeiros de negócios rurais, decidiram assumir o posto para reinventá-los. Há ainda uma terceira vertente dessa mudança, que são os produtores que nunca abandonaram sua terra, gente simples, mas atenta à mudança do mercado, que decidiu investir numa produção mais especializada.

Essa mudança de comportamento aconteceu ao longo dos últimos dez anos, quando os pequenos produtores rurais perceberam que produtos artesanais, orgânicos ou biodonâmicos se tornaram a coqueluche dos que querem se alimentar de uma maneira mais natural.

Ligados a uma região e a um sabor local, eles nos levam a nos identificarmos com o meio rural: a fazenda, a cidadezinha ou a família que os produz. E, nesse planeta onde tudo se uniformiza, quem começa a despontar agora é a exceção. “O singular ficou cheio de meandros”, diz o sociólogo da alimentação Carlos Alberto Dória. A França vem preconizando uma nova onda na gastronomia mundial ao valorizar o apreço pelos ingredientes e métodos naturais que a tornaram uma referência na cultura da alimentação.

Do grão ao pão

Jean-Luc Desplat, um agricultor de cereais do vale do Loire, decidiu cuidar de todas as etapas que envolvem o ciclo de produção, fabricação e comercialização do pão que faz artesanalmente. Isto é, Jean-Luc planta e colhe o trigo, prepara o pão e o comercializa. A medida, diz ele, serve para garantir a excelência do seu produto.

O curioso é que, 20 anos atrás, ele estava disposto a praticar uma agricultura intensa na fazenda que tinha herdado dos seus pais. Nos seus planos estava a utilização de agrotóxicos, sementes ultrarrentáveis e tratores novinhos em folha. Ele mudou drasticamente de opinião após ter sido voluntário em um serviço humanitário em Benim, país do continente africano. “Abandonei o sonho de querer ficar rico com a agricultura. Na África aprendi que podemos viver com quase nada e ser perfeitamente felizes”, diz.

A nossa vez

No Brasil também podemos ver os passos largos desse movimento, que começou com iniciativas de pequenos produtores. Em 1974, por exemplo, surgiu a primeira fazenda biodinâmica brasileira, a Estância Demétria, em Botucatu, interior de São Paulo. Na agricultura biodinâmica, as plantas são fortificadas com preparados homeopáticos, feitos pelos próprios agricultores. E os ciclos de plantação e colheita respeitam até o calendário lunar.

O casal Maria José e Francisco Carlos Viesi resolveu produzir alguns dos alimentos cultivados no sítio Terra Mãe, em Joaquim Egídio, distrito de Campinas (SP), seguindo essa filosofia. Empresários de suprimentos para o setor de saúde, resolveram investir na outra ponta do processo ao produzir alimentos naturais e mais saudáveis. “As pessoas hoje vivem presas no escritório o dia inteiro e mal têm tempo para comer, se preocupam muito pouco com isso”, diz Zezé. Depois de passar mais de dez anos vendo de perto as doenças, ela percebeu que nossa relação com a alimentação também está carecendo de cuidados. “Ao produzir orgânicos e biodinâmicos, queremos ensinar a importância de manipular aquilo que comemos, sendo mais conscientes do que levamos à mesa”, afirma. Ainda em fase de testes, a propriedade investe na produção de alimentos tão diversos quanto caqui, alface, tomate, acerola, entre outros. E ainda promove encontros tanto para produtores quanto para cozinheiras e crianças, que aprendem a valorizar o alimento desde cedo.

Nessa mesma linha de cooperação regional, a Família Orgânica, microempresa que apostou na agricultura natural e na permacultura, começou quando Dercílio Pupin decidiu se mudar para uma fazenda em Campinas para criar os filhos. Hoje existem mais de 700 famílias envolvidas direta ou indiretamente na produção dos alimentos comercializados pela empresa. Além dos proprietários do sítio Terra Mãe, a Família Orgânica já possui cerca de outros 20 produtores ligados à sua rede, que trabalham em família, com apoio da comunidade e associações ou cooperativas para produzir e vender seus produtos nas próprias fazendas, em feirinhas ou lojas especializadas.

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Canela blinda a cuca

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Cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, apontam que a canela, um tempero muito usado pelos antigos egípcios, merece mais crédito nos dias de hoje. Em um experimento, eles mostraram que tanto o cinamaldeído quanto a epicatequina, duas substâncias da canela, conseguem ampliar a proteção contra o Alzheimer.

Tudo leva a crer que elas interagem com a proteína tau, responsável por assegurar a conexão entre os neurônios. “Isso impediria a agregação dessa proteína, um dos fenômenos envolvidos no Alzheimer”, relata Roshni George, um dos autores da investigação. Ainda que as evidências sejam promissoras, George avisa: “Precisamos descobrir se os componentes da canela agiriam da mesma forma no organismo”. Por isso, é cedo para falar em quantidade ideal de consumo. Mas não custa nada abrir mais espaço para a especiaria nas suas receitas.

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Goji Berry

 
 
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Este fruto é consumido há milhares de anos pelos povos do oriente. A cada dia que conhecemos a cultura oriental mais ficamos encantados com seus ensinamentos. Aliás, nos últimos dias tivemos visitas de amigos residentes no Japão. Um país lindo, que possui um povo educadíssimo e de grande cultura. É um orgulho repassar um pouco da experiência milenar destes povos orientais.
No caso da fruta GOJI BERRY, que ainda é novidade em nosso país, podemos informar que ela é originária da Ásia (China – Tibete – Índia), e é a fruta da moda, sensação do momento nas dietas, destaca-se por suas propriedades benéficas à saúde.
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Muito rica em variedade de aminoácidos, vitaminas, sais minerais, ácidos graxos insaturados, polissacarídeos e antioxidantes, o Goji Berry agrada as pessoas por ser pouco calórica. Uma colher de sopa da fruta possui cerca de 50 calorias, porém seus benefícios vão além do controle de peso. A alta concentração da frutinha asiática possui alta concentração deVitamina C, foi comprovada e publicada no American Journal of Clinical Nutrition. Uma chícara de chá, ou 100 gramas, da fruta seca, contém 2500 miligramas da vitamina, quantidade 50 vezes maior que a de uma laranja. Além disso, ela possui grande quantidade das vitaminas B1, B2 e B6.
O consumo regular comprovou que a fruta asiática aumenta o nível de energia, desempenho atlético, qualidade do sono, facilita o despertar e a capacidade de concentração. Resulta também na redução da fadiga e do estresse.
Portanto, aí está mais uma opção para sua saúde. Temos dúvida apenas se esta planta aumenta os níveis glicêmicos, o que seria ruim para os diabéticos, uma população de pacientes que já representa 40% da população mundial, segundo a OMS. Os diabéticos, antes de consumir este alimento, deverão consultar seus médicos.