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Saiba o que comer para fortalecer os ossos

Alimentos para fortalecer os ossos: Leite
1 litro de leite fornece 1,2 mil miligramas de cálcio

A palavra-chave é cálcio. O mineral, encontrado em doses fartas no leite e seus derivados, serve de matéria-prima para a constituição de todos os ossos do corpo, participando das renovações periódicas do esqueleto. O nutriente é fundamental na infância e na adolescência, período em que 90% da massa óssea é construída. Assim, uma criança que ingere quantidades adequadas de cálcio pode prevenir problemas que só apareceriam na idade adulta. Também é preciso caprichar em alimentos ricos no nutriente durante a gravidez e na terceira idade, quando o risco de osteoporose aumenta.

Invista nas fontes de cálcio

Além do leite e seus derivados ele está presente em vegetais, sobretudo os de folha verde-escura, e em peixes como sardinha , salmão e bacalhau. Só evite combiná-los com alimentos ricos em fibras. Embora benéficas para o intestino e para o coração, elas prejudicam a absorção de cálcio. A cafeína também atrapalha. Portanto, não ultrapasse o limite de cinco xícaras de café por dia. Outro inimigo do cálcio é o excesso de proteína, que contribui para o aumento da excreção do mineral.

Alimentos para fortalecer os ossos: Espinafre
Folhas como espinafre, acelga e couve são fontes excelentes de cálcio

Veja os teores do mineral em alimentos não derivados do leite:

  • Acelga (1 pires) = 73mg
  • Amêndoas (1/4 de xícara) = 92mg
  • Brócolis (1 pires) = 88mg
  • Couve (1 pires) = 152mg
  • Espinafre (1 pires) = 138mg
  • Folhas de beterraba (1 pires) = 99mg
  • Folhas de mostarda (1 pires) = 183mg
  • Folhas de nabo (1 pires) = 184mg
  • Tofu (1/2 xícara) = 258mg
  • Sardinha em lata (1 unidade com espinha) = 86mg

Necessidade diária do nutriente

  • Do nascimento aos 6 meses (o aleitamento materno é suficiente) = 400mg
  • 6 a 12 meses = 600mg
  • 1 a 5 anos = 800mg
  • 6 a 10 anos = 800mg a 1.200mg
  • 11 a 24 anos = 200mg a 1.500mg
  • 25 a 50 anos = 1.000mg
  • Gestantes e mulheres que amamentam = 1.200mg
  • Acima de 65 anos = 1.500mg
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Pipoca!

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Ao contrário do que muitos dizem, a pipoca, quando consumida da forma correta, traz benefícios à nossa saúde.

O milho, um dos cereais mais cultivados no mundo, tem enorme utilização na culinária. Na América Latina, temos 5 tipos diferentes: pipoca, duro, dentado, farináceo e o doce.

Mas o assunto de hoje, é focar na pipoca. Estudo realizado pela Universidade de Scranton, nos Estados Unidos, chegou a conclusão que a casca do milho (pipoca) contém polifenóis e fibras.

Os polifenóis agem no organismo como antioxidantes dos radicais livres. Isto significa que o consumo correto da pipoca ajuda a diminuir o envelhecimento precoce, o risco de doenças cardíacas, a oxidação do colesterol, fortalecem o sistema imunológico, protegem a visão e ainda previnem contra alguns tipos de câncer.

Pesquisas revelaram que a pipoca contém mais teor de polifenol do que as frutas e legumes. Mas não se engane e se deixe levar por não consumir alimentos naturais. A explicação para a comparação feita por estudiosos, é que a pipoca contém apenas 4% de água, enquanto que frutas e verduras podem chegar a 90%.

Por conter um amido resistente, que é um ótimo tipo de carboidrato que não provoca elevações repentinas de açúcar no sangue, a pipoca também previne o diabetes e dá a sensação de saciedade por mais tempo. O nutriente que está presente na parte branquinha ajuda a reduzir os riscos de câncer no aparelho digestivo.

Outro benefício são as fibras. A pipoca tem quantidade cinco vezes maior que uma porção de alface, por exemplo. Com isso, auxilia na digestão e seu consumo moderado pode auxiliar na perda de peso. Mas isso só tem efeito se a pipoca for consumida junto com algum líquido. Portanto, prefira água ou sucos naturais. Evite refrigerantes, que além de serem um inimigo para a saúde, vão anular todos os benefícios da pipoca.

Para que você receba os nutrientes benéficos desta explosão de delícia, é preciso esquecer pipoca de micro-ondas e aquela lá do cineminha.

O balde de pipoca do cinema tem cerca de ¾ de toda caloria necessária por dia. Se for comprar, divida com os amigos e peça sem sal. A de micro-ondas é caprichada em gordura, muitas vezes do tipo trans, o que não é nem um pouco legal para a saúde.

A melhor forma de consumir e ter seus nutrientes revertidos em benefícios para a saúde, é fazer a velha e boa pipoca na panela com um fiozinho de óleo e pouco sal. Depois de estouradas, você pode dar sabor com pimenta do reino, a branca e a rosa, orégano, alecrim e outras ervas cheirosas.

Uma xícara de chá cheia de pipoca tem cerca de 100 calorias, o equivalente a uma fatia de pão de forma ou meio pão francês. Portanto, nesta quantidade, pode ser consumida duas vezes por semana.

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Na verdade, fazer pipoca não tem segredo nenhum. Mas a gente te passa a receitinha com pouco óleo e pouco sal para você desfrutar dos benefícios desta crocância que todos adoramos.

Ingredientes:

– Milho de pipoca

– Óleo de canola, girassol ou azeite de oliva

– Sal

Como faz:

  1. Coloque gotinhas (5 ou 6) de óleo na panela e deixe esquentar alguns segundos;
  2. Coloque o milho no óleo quente, tampe a panela e espere estourar;
  3. Depois de pronto, coloque em um recipiente e acrescente o sal com moderação. Abuse nas ervas e na pinmenta.

Escolha um bom filme e nhac!

 

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Vá Pastar!

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Quando pega a estrada, Valdely Kynupp olha para o canteiro ao lado da pista e enxerga um supermercado. O mato que, para o motorista comum, parece apenas fruto da má conservação das rodovias brasileiras, tem valor nutricional para esse botânico, pesquisador do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam). Ele vê taboas, uma planta aquática típica de banhados, e imagina uma salada. O pólen da taboa, que tem seis vezes mais vitamina C que a laranja, pode ser comido puro, de colher. Ou junto com iogurte.

Kynupp tem uma paixão por alimentos alternativos. Em sua tese de doutorado, estudou 1,5 mil inços, pragas e ervas daninhas na região metropolitana de Porto Alegre. Concluiu que 311 (cerca de 20%) tinham potencial alimentício. Isso é muito mais do que costumamos comprar na feira ou no supermercado. A FAO, o órgão das Nações Unidas para alimentação e agricultura, estima que a demanda mundial por alimentos dependa de 150 espécies, sendo que apenas 12 delas são responsáveis por 75% de tudo o que nós comemos. Nossa variedade alimentícia não é tão variada assim: arroz, milho e trigo fornecem metade de toda a energia alimentar do planeta (incluído aí o que é destinado para ração animal).

Mas nem sempre foi assim. A FAO calcula que, ao longo da história, 7 mil espécies foram cultivadas para fins alimentares. Os critérios sobre o que é comestível variam conforme as culturas e a passagem do tempo, mas uma das mais completas listagens está no livro Plants for Human Consumption (“plantas para consumo humano”, sem edição no Brasil), de Günther Kunkel. Na obra, o botânico alemão contabilizou 12,5 mil espécies potencialmente alimentícias. O número pode ser ainda maior. Um dos mais respeitados estudiosos da área, o ecologista argentino Eduardo Rapoport, estima em 27 mil as plantas que podem ser servidas na mesa. Então, quando Kynupp olha para a beira da estrada, não enxerga apenas um palmito alternativo com valor nutricional. Ele vê um enorme potencial desperdiçado. As plantas alimentícias não convencionais, conhecidas por uma sonora sigla (pancs), poderiam enriquecer em nutrientes e baratear em custo a dieta do brasileiro.

Dentro das caravelas que chegaram às Américas, os europeus trouxeram sementes das suas espécies favoritas, como arroz e trigo. E o gosto do colonizador venceu a cultura dos índios, que se alimentavam do que a natureza oferecia ao seu redor. Cinco séculos depois, cerca de 52% das espécies mais consumidas no mundo vêm da Europa e da Ásia. Para cultivá-las em ecossistemas estrangeiros, agricultores do mundo todo fazem uma ginástica enorme, gastando bilhões de dólares em preparação do solo, sementes modificadas e pesticidas. O Brasil, por exemplo, importa mais de 60% do trigo que consome. E 90% da produção nacional está concentrada no Sul. Ou seja, para comer o pãozinho de cada dia, você depende de uma planta originária do Oriente Médio, que, se não foi importada da Argentina, do Uruguai ou do Paraguai, veio de um lugar do sul do País para virar farinha e cruzar milhares de quilômetros até chegar à padaria. E isso acontece no mundo inteiro. O trigo é produzido em poucas regiões do planeta – as zonas de produção são pequenas manchas no globo, principalmente na Europa, Ásia e América do Norte.

Enquanto isso, possivelmente há plantas nutritivas brotando no quintal da sua casa ou em algum terreno baldio da vizinhança. “Mas a maioria das pessoas não enxerga isso. Vê tudo como mato”, diz Kynupp, que consumiu, para fins acadêmicos, 253 das 1,5 mil espécies analisadas. São folhas, raízes, frutos e flores, entre outras partes de plantas. Em geral, as pancs, também chamadas de hortaliças negligenciadas ou subutilizadas, são mais amargas que as verduras compradas no supermercado. Algumas são levemente tóxicas. Mas o risco depende da sensibilidade de cada pessoa, do modo de preparo e, também, de quem colhe as plantas. “Quem mora na zona rural sabe diferenciar uma planta da outra, assim como quem mora na cidade tende a diferenciar marcas de carros”, exemplifica Kynupp. Grande parte das plantas alimentícias não-convencionais também são consideradas “ruderais”, ou seja, vegetais adaptados às cercanias das construções humanas, que se aproveitam dos restos de outros vegetais ou animais para crescer. São pragas que prosperam em solos ricos em nitrogênio, mas que possuem grande concentração de proteína.

E é aí que reside o grande argumento dos defensores dessas plantas. Certo, elas são muito amargas e algumas são pragas tóxicas. Mas elas são muito nutritivas. “O Brasil é um dos países mais biodiversos do planeta, mas a nossa alimentação ainda é muito pobre. A gente come de dez a 20 plantas por dia, cerca de cem ao longo de um ano inteiro. Isso é pouco”, diz Kynupp. “E quase tudo que a gente come não é brasileiro. A gente fala muito da biodiversidade brasileira e come a biodiversidade dos outros”.

O discurso é saboroso, mas, na prática, a valorização das espécies silvestres ainda está restrita aos círculos acadêmicos e ao setor mais hardcore das feiras de alimentos orgânicos. Em 2010, o Ministério da Agricultura lançou o Manual de Hortaliças Não-Convencionais, com orientações para cultivo e preparo de 23 espécies, entre elas o jacatupé, chuchu-de-vento, beldroega e ora-pro-nóbis. Este último é um dos poucos alimentos não tradicionais que têm relativa popularidade, especialmente em Minas Gerais, onde há até um festival gastronômico, em Sabará, dedicado à planta.

Em maio do ano passado, a FAO manifestou preocupação com a diversidade alimentar e recomendou o consumo de insetos como fonte de proteína. Mas por que insetos e não pancs? Besouros e grilos ganharam atenção porque são saudáveis e a criação é barata. Para produzir a mesma proteína, o grilo precisa de um volume de alimentação 12 vezes menor que o gado, por exemplo. Além disso, ao contrário de plantas verdinhas, insetos são nojentos, então eles precisam de um incentivo, de uma campanha mais convincente para serem popularizados.

Estudos apoiam a tese do potencial nutricional das variedades rústicas. Jo Robinson, jornalista e autora do recém-lançado livro Eating on the Wild Side (“comendo no lado selvagem”, sem edição no Brasil), dá um exemplo: um dente-de-leão selvagem tem sete vezes mais fitonutrientes do que o espinafre, que, como sabe quem via Popeye, é um superalimento. Os fitonutrientes ajudam a combater o câncer, doenças cardiovasculares, diabetes e demência.

Ainda há o caso de alimentos tradicionais que perderam potencial nutritivo, como o milho. Nas últimas décadas, ele vem sendo selecionado para ser mais doce, o que permite a produção de etanol. Hoje, quase 40% do milho é açúcar. A padronização cresce e nosso acesso a culturas alimentares diferentes diminui.

Mas ainda há muito a explorar, espepecialmente entre essas espécies excluídas. Um passeio pelo Jardim Botânico de Porto Alegre ajuda a entender o que o aventureiro pode esperar de uma colheita silvestre em terreno urbano. O picão-preto, que tem folhas similares às de hortelã, nasce no meio da grama e tem sabor suave. Serralha lembra uma rúcula, mas não muito amarga. O sabor picante e doce é a marca das folhas da capuchinha, cuja flor já é usada como decoração de saladas. O picão-branco tem leve amargor e lembra o manjericão na aparência. Nenhuma dessas espécies é repugnante. A degustação não convencional foi acompanhada de uma conhecedora do tema, a diretora executiva do Jardim Botânico, Andréia Carneiro, especialista em pancs. Não por acaso, Andréia conviveu com Kynupp. “O Valdely fazia suco de cacto, que é a coisa mais nojenta do mundo”, lembra. “Ele come qualquer porcaria”.
Andréia, diferentemente de Kynupp, não recomenda uma expedição gastrômica silvestre sem o acompanhamento de um especialista. “É difícil reconhecer as plantas se tu não és botânico”, avisa. Além do mais, a tolerância aos sabores rústicos e ao nível de toxinas varia para cada pessoa. O amargor marcante em grande parte das folhas indica um dos maiores benefícios de incluir plantas negligenciadas na dieta. Segundo Andréia, o gosto forte revela a presença de compostos secundários na planta, que deixam os alimentos mais nutritivos. Em alguns casos, porém, isso indica o nível de toxidade da planta. “É um aviso da natureza”, ensina. Portanto, cuidado na colheita.

Experimente

Plantas não convencionais que podem ir para sua salada

Chuchu-de-vento

Famoso no Peru. Pode ser consumido cru, frito, ou cozido. O fruto é amargo adocicado. Acompanha carnes e molhos.

Encontre – É uma trepadeira, então precisa de espaço. É raro vê-lo em uma calçada.

Beldroega

Boa para a salada. Os talos e folhas podem ser consumidos crus ou como sopas, sucos ou caldos, que ficam cremosos.

Encontre – Os ramos e folhas são pequenos e podem ser encontrados em qualquer solo rico em matéria orgânica – até mesmo em terrenos baldios.

Ora-pro-nóbis

Cacto com jeito de trepadeira, é popular em Minas, onde é consumido em angus, sopas, mexidos e omeletes.

Encontre – Em tudo que é lugar. Precisa de pouca água e sobrevive em condições extremas.

Serralha

Conhecida também como chicória-brava, as folhas, quando tenras, combinam com salada verde.

Encontre – Comum em terrenos abandonados, próximo a muros e cercas. É uma erva resistente que não chega a 1 metro de altura.

Jacatupé

Consumido na Amazônia Ocidental. As raízes podem ser comidas cruas, cozidas ou defumadas. É possível fazer polvilho das raízes para bolos e tortas.
Encontre – Mais difícil. É uma trepadeira comum em cabeceiras de rios da Amazônia.

 

Como não morrer comendo mato em 5 passos

1. Por partes

Algumas plantas são, sim, tóxicas. Mas as toxinas ficam mais perigosas à medida que são ingeridas em maior quantidade. O melhor a fazer é provar um pequeno pedaço. Se agradar, continue. Se parecer repugnante ou extremamente amargo, cuspa.

2. Gostinho amargo

É um tema polêmico entre os apreciadores, mas o alto amargor pode indicar risco. Seria um aviso da natureza, aprimorado em milênios de coleta pelos nossos ancestrais.

3. Fibras

Evite folhas ou caules muito fibrosos. Você terá dificuldade de mastigar e digerir. Se for pouco flexível, passe adiante.

4. Confie nos entendidos

Quem já viu o filme Na Natureza Selvagem sabe do risco de confiar em livros e ilustrações para escolher o mato certo. Prefira ouvir botânicos, especialistas na flora local ou manuais de plantas comestíveis se estiver em dúvida.

5. Ponha na panela
Algumas plantas são difíceis de comer e até tóxicas quando cruas, mas se tornam palatáveis depois de cozidas. Cada caso é um caso, é claro, mas os riscos costumam diminuir quando as plantas vão ao fogo.

 

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Petiscos saudáveis

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Assados, sempre!

Invista nos assados, como chips de batata doce, inhame, beterraba e cenoura. “Corte esses alimentos em fatias finas e coloque-os em uma forma anti-aderente, levando-os ao forno pré-aquecido, à potência máxima, até dourarem (aproximadamente 5 minutos). Quando estiverem prontos, pode acrescentar um fio de azeite extra-virgem e um pouco de sal para temperar”, sugere Maria.
Esses alimentos são alternativas saudáveis aos petiscos industrializados. “Essa substituição possui uma boa oferta de carboidratos, promovendo energia, e seu preparo é livre de gorduras saturadas e trans (o azeite é uma gordura insaturada, cujo consumo moderado traz benefícios à saúde)”, alerta a nutricionista.

Oleaginosas

Mix de oleaginosas também é ótima pedida. “Aposte na castanha-do-pará, amêndoas, castanha-de-caju, amendoim sem sal, macadâmia, avelã e nozes, que podem ser consumidas junto com frutas secas como o damasco, a tâmara e uvas passa”, sugere Maria.
As oleaginosas são conhecidas por promoverem saciedade, além de serem ricas em ricas em nutrientes importantes para o corpo. “Elas possuem proteínas, fibras, vitamina E, selênio, zinco, cobre e magnésio. No entanto, por serem muito calóricas, devem ser consumidas com moderação. Procure consumi-las sem sal ou, se não quiser abrir mão, use-o com bastante moderação”, indica a nutricionista.

Pipoca caseira

Preparar a própria pipoca, além de ficar com aquele cheirinho delicioso em casa, é outra forma de deixar de lado os alimentos industrializados. “Coloque 4 colheres de sopa (ou mais, dependendo da quantidade de pessoas) de grãos de milho em um saco de papel (serve aquele saco de padaria em que se vende o pão francês), e leve-o ao micro-ondas em potência máxima por aproximadamente 2-3 minutos (o tempo de estouro do milho vai depender da potência de cada micro-ondas – portanto, fique atenta). Você pode preparar também um sal de ervas para acompanhar, batendo 1 xícara de sal marinho (ou sal do Himalaia, sal rosa, e outras versões mais saudáveis do sal de cozinha) com 1 xícara de ervas desidratadas à sua escolha (manjericão, alecrim, orégano, cebolinha, salsa…) no liquidificador, e depois peneire na sua pipoca”, sugere a nutricionista.

 

 

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Rótulos Personalizados

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Tudo o que você precisa é: foto/texto/desenho impresso a laser, fita adesiva transparente larga, tesoura e água. Sim, você leu direito, é só isso.

Atenção: Não funciona com impressos em jato de tinta, só motivos impressos a laser, colorido ou p&b.

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Para começar, imprima numa folha A4 o motivo escolhido. No meu caso queria fazer duas etiquetas, uma para indicar o sabor do patê e outra para a lista de ingredientes. Cole a fita adesiva por cima, prestando atenção para não deixar rugas.

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Aproveite para reforçar a colagem passando o cabo da tesoura por cima do motivo já adesivado com a fita.

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Recorte o motivo. Nesta hora lembre-se que a parte em branco (sem tinta) irá sair e tudo o que restará será a parte impressa, no meu caso, as áreas em preto das letras.

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Mergulhe o rótulo na água e deixe repousar por alguns segundos. A parte onde o papel está colado começará a amolecer. Esfregue com o dedo até retirar toda a parte branca do papel.

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Como em um ‘passe de mágica’ o motivo ficará ‘impresso’ na fita transparente. Não acredita?  Muito fácil para ser verdade? Teste em casa e me conte!

Seque delicadamente com uma toalha e use o rótulo que você mesmo fez!

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A fita adesiva continua um pouco aderente mesmo depois de molhada e seca. Mas depende do quanto você esfregou o papel e da qualidade da fita. Caso queira uma fita bem colante, sugiro passar uma camada de cola em spray no verso.

Para usar os rótulos em vidro, o pouco de cola que fica é suficiente. A etiqueta fica no lugar e é reposicioada facilmente. Perfeito!

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E agora, a receita do patê de cenoura. Uma delícia, vegano e sem glúten, aqui em casa é o favorito há décadas. Fica uma delícia no pão, como dip de legumes (alô festa!) a até como molho de massas.

Patê de cenoura

– 3 cenouras médias ou 2 grandes

– 1 pimentão vermelho médio

– 1 cebola pequena

– 1 dente de alho

– orégano e sal a gosto

– 1/4 de xícara de vinagre ( usei de maçã mas pode substituir por outro)

– 1/2 xícara de azeite

Pique os legumes e bata tudo no liqüidificador até virar um creme. Passe para uma panela e cozinhe em fogo baixo por aproximadamente 30 minutos, ou até o creme apurar e ficar com consistência de pasta. Ajuste o sal, acrescente mais azeite e está pronto! Guarde em potes de vidro bem fechados na geladeira.

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Original Unverpackt: o primeiro supermercado sem embalagens em Berlim

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Imagine um supermercado onde não há potes de iogurte, o shampoo se compra a galão e as verduras não são vendidas em sacos plásticos. Aqui para comprar os produtos que vocêprecisa levar os recipientes de casa e reutilizá-los, sem que qualquer embalagem, saco ou pacote, acabe indo para a lata de lixo.

É! o sonho está prestes a se tornar realidade para duas jovens de Berlim, Sara Wolf e Milena Glimbovski: que estão para abrir o Original Unverpackt, o primeiro supermercado em Berlim com embalagem zero. Neste supermercado tudo é conservado em grandes silos e as mercadorias são vendidas apenas por peso. Aqui, os consumidores podem trazer recipientes reutilizáveis de casa ou encontrá-los na loja, juntamente com sacos de papel rigorosamente reciclados.
O sistema irá permitir que os clientes comprem não somente produtos sem embalagens desnecessárias, mas também na quantidade que quiserem, uma luta contra o desperdício de alimentos. “Você vai encontrar tudo que você precisa para viver. Cada produto foi cuidadosamente selecionado e testado por nós”, dizem as empresárias na página do crowdfunding.

O projeto será financiado graças à plataforma Startnext. Os internautas podem fazer uma doação de 8 a 3000 euros para ajudar as meninas a atingirem a meta de 45.000 €. Por enquanto, elas também procuram por uma sede, mas calculam que tudo poderia ser implementado dentro de um ano. Na página Facebook todas as últimas notícias e acontecimentos da dupla serão informadas.

Se este novo conceito de despesa é o novo amigo do ambiente em Berlim, muitos outros experimentos de lojas já começaram a embalar a zero em outros lugares, nos últimos anos. Já no nosso querido Brasil, por uma sacola plástica que os supermercados de São Paulo se recusaram a nos dar, tanto fizemos que tivemos de volta toda a nossa comodidade de mil sacolinhas à disposição e grátis. Justamente para incentivar o contrário! De qualquer forma, enquanto isso,você pode ir às compras levando sua própria sacola e preferir produtos a granel, sempre que possível!